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  1. Ao saber que está gestante a mulher deve iniciar imediatamente um pré  natal. Porque? Porque durante a gestação é essencial orientação de uma profissional (obstetra)para lhe tirar dúvidas fazer exames necessários para acompanhar o desenvolvimento do feto. Fora que ver seu bebe se desenvolvendo através de uma ultrassom não tem preço, mais será pedido vários tipos de exames sangue, urina etc.
  2. Ter sempre em mãos o telefone de sua obstetra ,celular, fixo, e de um hospital com emergência que tenha atendimento neo natal.
  3. Não tomar nenhuma medicação sem o conhecimento de sua obstetra nada a que meu amigo ensinou nada disso procure orientação de quem entende, como vocês viram na ilustração antes de medicar a paciente a obstetra passou um exame de gravidez ,para saber que remédio passar para sua paciente no caso de uma gestação.
  4.  Beber muita água ,beber pelo menos 2 litros de água é essencial para qualquer pessoa ,mais se tratando da gestante o cuidado é redobrado ela deve beber pelo menos 3 litros de água por dia ou mais. Porque?? para o bom desenvolvimento do feto ,é essencial na produção do leite que o futuro beber vai se alimentar, o bom funcionamento dos rins ,evitar infecções urinarias que surgem muito na gestação, e também a água é natural e o melhor hidratante para a pele. 
  5.  Evitar excessos de doces . Porque? Durante a gestação a mulher fica mais propensa a diabetes, os dentes ficam mais frágeis porque o feto precisa de cálcio para se desenvolver eo cálcio e oque feto está utilizando é o cálcio da mãe, e doce e dente não combinam ,claro que um pouco de doce não faz ,mal a ninguém porém tudo em excesso faz mal. 
  6. uma caminhada leve e curta também faz bem na gestação(obs: antes de qualquer atividade física na gestação inclusive caminhadas pedir orientação a médica que está lhe acompanhado.
  7. Cigarro:não precisa nem dizer que o uso do cigarro não é bom para ninguém mais a gestante deve evitar totalmente. porque? Porque cigarro é alimento e tudo que gestante se alimenta o feto também se alimenta, o cigarro, pode provocar abortos, partos prematuros, bebês pequenos, bebes alérgicos etc. Toda futura mamãe quer seu bebê saudável. Dei umas dicas sobre como parar de fumar em meu artigo Gravidez e o Cigarro.
  8. Deve-se evitar refrigerantes. Porque? refrigerante não tem vitamina nenhuma essencial para o bom desenvolvimento do feto além de causar, celulite.
  9. Cuidar dos dentes, toda gestante deve ir ao dentista porque? Para se evitar problemas maiores durante a gestação e sua dentista poderá lhe da informações sobre como cuidar dos seus dentes nesse período.(obs sempre  que for a dentista(o) informar que está grávida, a anestesia de uma gestante é diferente de uma pessoa que não está gestante.
  10. Alcool ,também não precisa dizer álcool nem pensar é proibido na gestação, porque? porque também é alimento e se a mamãe ingere o feto também pela placenta.
  11. Se a gestante sofrer uma queda ou qualquer tipo de acidente, ou sentir qualquer tipo de dor, ligar imediatamente para sua médica(O),ela poderá orienta-la melhor.
  12. Cuidar do psicológico é essencial, nada de ficar tensa ,nervosa se irritar a futura mamãe precisa de uma boa estabilidade emocional para o bom andamento de sua gravidez. 

Sei que tem muito mais coisas, mais passei coisas básicas pois é essencial o acompanhamento da obstetra inclusive para tirar dúvidas, lembre-se nunca faça nada antes de perguntar a sua obstetra. 

Uma boa hora para todas futuras mamães. 

ARTIGO DA AUTORA NAL

   Reprodução

 Problema auditivo no recém-nascido

Médicos da Universidade de Alabama, em Birmingham (EUA), criaram um exame capaz de identificar problemas auditivos através da saliva do bebê. O teste verifica se a mãe infectada transmitiu, durante a gravidez, o citomegalovírus (da família do herpes), responsável por 25% dos problemas auditivos em recém-nascidos. Na maioria dos casos, afirma Alice D’Agostine Deutsch, coordenadora médica da unidade de neonatologia do Hospital Albert Einstein (SP), a criança não vai apresentar nenhum sintoma ao longo da vida, mas existe a possibilidade de ter sequelas, como a perda auditiva. A ideia dos autores é que, por ser mais barato, ele seja feito em larga escala. Hoje, é preciso coletar sangue para comprovar a doença. Não há previsão da chegada do teste ao Brasil.
 
Parto Prematuro
  
Um novo teste que prevê as chances de a mulher ter parto prematuro deve ficar pronto em 2012. A avaliação de um biomarcador, presente no sangue da paciente, revelaria o resultado. “A ideia de ser feito a partir de uma coleta de sangue é especialmente interessante pois evita manipulações e testes mais invasivos, que são os disponíveis hoje”, afirma Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, chefe do pré-natal personalizado da Unifesp. Hoje, é possível prever o parto prematuro em alguns casos. Além do histórico da gestante, um exame clínico detalhado, um pré-natal cuidadoso e um exame de coleta de secreção vaginal estão disponíveis. Mas muitos dos casos não têm uma causa facilmente identificável.
Infertilidade masculina
A Universidade de Queen’s Belfast (no Reino Unido) criou um teste, o “Cometa Esperma”, que é mais sensível que os disponíveis hoje e avalia danos do DNA de cada esperma, individualmente. Com isso, seria possível prever o sucesso de tratamentos de infertlidade masculina e encaminhar casais a tratamentos específicos, que podem dar melhores resultados, reduzindo o tempo de espera para se conseguir engravidar. Por enquanto, o teste só está disponível em algumas clínicas no Reino Unido.

 Na hora do choro, não faltam palpites. Algumas dicas são válidas para evitar o sofrimento do bebê. Confira as mais importantes.

Muita calma nessa hora
Mantenha-se tranqüila para que o bebê sinta-se seguro e protegido em seu colo.

De bruços
Deixe, algumas vezes por dia – sempre que puder supervisionar o sono – o bebê deitado de bruços para facilitar a eliminação dos gases. A retenção do ar na barriga provoca dores.

Cocô em dia
O intestino preso é uma das causas das cólicas. Se seu filho estiver com muita dificuldade de evacuar, peça orientações ao pediatra.

Sem engolir ar
Ao amamentar, evite que o bebê engula ar. Isso provoca a formação de bolhas que, quando chegam aos intestinos, contribuem para as cólicas. Observe também se ele está mamando corretamente. Ele não faz barulho e não aparecem covinhas no canto da boca. Se isso ocorrer, ele está “chupetando”, ou seja, brincando com o mamilo como se fosse uma chupeta. Nesse caso, em vez de mamar, ele está engolindo ar. Isso pode acarretar cólicas. Para a mãe saber se o bebê está sugando perfeitamente, ela deve observar se ele mexe todo o maxilar e os lóbulos das orelhas.

Veja a seguir três opções de posições para impedir que o bebê engula ar durante a amamentação.

– Padrão – A barriga da mãe deve estar colada à barriga do bebê. A mão dela fica encaixada no bumbum da criança e sua cabeça deitada no meio do braço da mãe. As narinas do bebê devem estar sempre livres para que possa respirar bem enquanto mama.
– Invertida – A mãe encaixa o filho como se ele estivesse transversal embaixo do braço, com as pernas para trás do corpo da mãe. Com a outra mão livre, ela controla a cabecinha do bebê. Esse tipo é ideal para quando a mãe está com o mamilo machucado. Também vale se o bebê acostumou-se apenas com um dos seios.

– Bebê sentado – A criança fica sentada de frente para a mãe. Amamentando assim, os mamilos feridos também são poupados.

Importante!
Após mamar, o bebê deve arrotar com o corpo bem esticadinho. Em seguida, coloque-o para dormir de lado, para evitar a regurgitação.

Como aliviar as cólicas

Como é impossível evitar as cólicas, o melhor é estar preparado para elas. Tenha em mente que as dores que o bebê sente são passageiras e significam amadurecimento do organismo. E os pais ajudam muito se ficarem tranqüilos e acolherem o pequeno. Colo, massagem e carinho são fundamentais nessa hora.

Veja algumas dicas que podem amenizar a dor e acalmar o bebê no momento da cólica:

– Deite-o de bruços e embale-o no braço.
– Outra maneira é colocar a barriguinha dele em contato com o seu abdome: calor e aconchego ao mesmo tempo são imbatíveis!
– Aquecer o local traz conforto. Use um paninho esquentado a ferro ou opte por uma bolsa de água quente, pode ser aquelas que são aquecidas no forno de microondas. Tome cuidado para não deixar esquentar demais e nunca encoste a superfície quente direto na pele da criança. Coloque a bolsa sobre a roupa ou uma toalha.
– Fique com o bebê em um ambiente aconchegante, à meia luz e, se puder, escolha uma música relaxante.
– Apesar de o peito acalmar a criança, evite amamentá-la, pois a sucção estimula as contrações intestinais, que agravam as dores.
– Massagens na barriga ajudam a soltar os gases. Passe a mão, se quiser com um pouquinho de óleo de bétula ou de amêndoa, em movimento circulares. Isso aquece o local e acalma o pequeno.
– Exercícios com as pernas também contribuem para diminuir as dores e soltar gases. Deite o bebê de costas e flexione as suas perninhas sobre o adbome.
– Caso as cólicas continuem intensas, pode-se recorrer a um medicamento antiespasmódico, depois de consultar o pediatra.

 

 

 Por que ele chora todo dia? Será que depois dos três meses passa? Acalme-se. Confira aqui respostas para essas e outras dúvidas
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É fim de tarde e seu filho chora sem parar. E, como em todos os dias, no mesmo horário, você já checou a fralda, amamentou, agasalhou ou tirou o excesso de roupa. De nada adiantou. O choro continua intenso, mas de repente para. Você respira aliviada. E, quando menos espera, começa tudo de novo. Cada vez mais estridente.Quem já passou pela situação sabe: é uma cena típica de um recém-nascido sofrendo com as temidas cólicas. E não é rara. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida, geralmente no início da tarde ou durante a noite. Sempre no mesmo horário.As cólicas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, até por falta de experiência. Quando o bebê mama, os intestinos contraem e relaxam, provocando as cólicas, que podem durar cerca de três horas. Também há estudos que relacionam as cólicas à alimentação da mãe. E ainda é possível que o bebê não esteja sugando corretamente o peito e engolindo muito ar durante a amamentação. 

Porém, o sentimento dos pais influencia – e muito – a vida do bebê. Se eles ficarem nervosos e inseguros, passam esses sentimentos ao bebê, que, por sua vez, fica ainda mais aflito. Dependendo do comportamento dos pais, as cólicas podem piorar, sim. Os pediatras são unânimes: o comportamento da criança é um reflexo do meio em que vive.

Sinais de cólica

– O bebê chora sem parar
– Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome
– A barriga fica endurecida
– A criança solta gases
– O rosto fica avermelhado
– As mãos ficam com os punhos fechados
– A expressão do rosto é de dor e sofrimento

Até quando o bebê vai ter?

Esse mal-estar dura em média três meses. Tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Faz sentido. Aos 3 meses, o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. Ele deixa de ser um “RN”, como são conhecidos os recém-nascidos. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer.

 

 Conheça algumas situações que podem surgir junto com a chegada do seu filho – e saiba como lidar com elas da melhor forma possível.

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Por mais que você leia, se prepare, faça curso de gestante, converse com os amigos que têm filhos, o seu bebê, com certeza, vai surpreendê-la. Sim! É no dia a dia que aprendemos a ser pais e mães. Algumas vezes, essas “surpresas” não são aquelas que gostaríamos – como o choro que não para. Mas não fique angustiada! Para ajudar você a lidar com tantas novidades, conversamos com a pediatra Teresa Uras, do Hospital Samaritano (SP), e a neonatologista Rosângela Garbers, do Hospital Pequeno Príncipe (PR), e listamos algumas situações que podem surgir. Veja como lidar com cada uma delas.

A maioria das roupas do recém-nascido é pouco usada: No primeiro ano de vida, o bebê cresce bastante – cerca de 20 centímetros, o que pode variar, claro. Então, boa parte das roupinhas acaba não servindo após pouco uso. Aqui, a dica é não comprar demais (lembre-se de que ele vai ganhar muita coisa) e observar a estação do ano em que ele vai nascer – não adianta comprar tamanho pequeno de roupa de frio se o seu filho está previsto para chegar em pleno verão. O tamanho RN, exceto quando o bebê é prematuro, já pode ser descartado no final da gravidez, momento em que você vai saber o peso e altura aproximados do seu bebê. 

A cólica é um pesadelo: É… mas passa! Isso acontece porque o sistema digestivo do bebê é imaturo. Então, até os três meses (segure a ansiedade!), é normal ele ter alguns desconfortos, principalmente entre o fim da tarde e o começo da noite. Porém, se o choro que acompanha a cólica for muito intenso e duradouro, ou perturbar o sono do bebê, melhor procurar um médico. Em alguns casos, a criança pode ser alérgica ao leite de vaca, que é ingerido pela mãe. Para aliviar os gases, que também provocam cólicas, vale massagear delicadamente a barriga do bebê e fazer movimentos com as perninhas.

Apaixonar-se pelo bebê pode demorar um pouco: Não fique aflita se, assim que vir o seu filho ou levá-lo para casa, você ainda não sentir aquele amor todo que imaginou que aconteceria imediatamente. É normal. Algumas mulheres precisam da convivência para que esse afeto pela criança seja despertado. As sensações que aparecem logo após o nascimento podem estar mais relacionadas com a insegurança e a responsabilidade de ter um bebê que depende de você. Ter uma rede de apoio nesse momento, seja seu companheiro, sua mãe, uma amiga e conversar com o seu médico sobre suas angústias ajudam muito. Se depois de um tempo ainda se sentir triste, procure um especialista. 

Amamentar nem sempre será fácil: Principalmente no começo e quando você chega em casa da maternidade e está longe das enfermeiras e médicos. Saiba que é também um momento de adaptação sua e do bebê. Fundamental aqui é ajudá-lo a pegar seu seio corretamente para que o bico não rache e você não sinta dor. Se puder, amamente assim que o bebê nascer e fique atenta às orientações dos especialistas ainda na maternidade. Não desista! Com um pouquinho de paciência – e persistência – você vai oferecer um alimento importantíssimo para a saúde do seu filho. Lembre-se também de que, no começo, não vai sair aquele leite branquinho – e sim o colostro. Depois de alguns dias é que o leite mesmo começa.
No começo, nem sempre você vai saber o que o choro do bebê significa: Esse aprendizado vem com o tempo, por meio da interação que você tem com seu filho todos os dias. Logo você vai saber se o choro é de fome,  frio, cólica, fralda suja ou… colo! Lembre-se de que a linguagem do bebê é o choro, e ele vai usar isso para se expressar e já mostrar a sua personalidade.

 

 Em geral, a gravidez se desenrola num clima de normalidade e saúde. Mas existe algumas doenças que requerem cuidados triplicados por parte do obstetra e, muitas vezes, de uma equipe multiprofissional. 

Anemia

Prejudica o envio de oxigênio ao feto, afeta o número e a qualidade de glóbulos vermelhos no sangue. Costuma ser causada pela desnutrição, atingindo assim não só as camadas menos favorecidas da sociedade, como também as grávidas de melhor poder aquisitivo que por medo de engordar demais, se submetem a dietas de fome.

É importante aumentar a ingestão de alimentos ricos em ferro. Alguns deles são: espinafre, beterraba, abóbora, ervilha, alface, acelga, feijão, peixe, fígado, ovos, carne, aveia e germe de trigo.

 

 

 

Diabetes

Quando não acompanhada pelo obstetra, a doença pode levar a um parto prematuro, ao nascimento de um bebê de baixo peso, ou então de um bebê de excesso peso.

Um pré-natal rigoroso, com consultas suplementares, de acordo com o perfil da gestante, e uma dieta específica, além da utilização de medicamentos adequados, tem o poder de diminuir ao máximo os riscos.

A gestante diabética deve dar preferência a alimentos fibrosos, com o poder controlar o diabetes, tais como: abacaxi, abóbora, arroz integral, cebola, brócolis, nabo, pêra, rabanete e tomate.

 

 

 

 

Hipertensão

A hipertensão torna-se uma ameaça à gravidez em uma fase de sobrecarga metabólica, o que por si só já levaria a um natural aumento de pressão. Uma grávida hipertensa bem assistida através de um pré-natal cuidadoso, nada tem a temer.

A alimentação é um ponto fundamental para ajudar a manter a pressão sob controle. Deve-se evitar os enlatados, as comidas prontas ou semi-prontas de supermercado (têm excesso de sódio) e os alimentos naturalmente salgados: caldo de carne, lingüiça, bacalhau, azeitona etc. No entanto, pode abusar dos temperos como: pimentão, louro, cebola, páprica, que servem como substitutos do sal na carne, peixe e ovos.

 Enfermeira especialista em consultoria para a chegada do primeiro bebê apresenta dicas para cuidados com recém-nascidos 


A chegada do bebê é marcada por uma grande expectativa de toda a família. Depois de muitos preparativos e cuidados, finalmente chega o momento em que a mamãe e o papai recebem o novo membro em seu lar. No entanto, nem sempre os pais, principalmente àqueles de “primeira viagem”, ou seja, que recebem em casa o primeiro filho, possuem a oportunidade de realizar cursos preparatórios para tirar dúvidas sobre como cuidar de um bebê.

Até os 28 dias de idade, todos os bebês são considerados recém-nascidos e precisam receber alguns cuidados especiais. De acordo com Eneida Bittar, enfermeira-consultora em Aleitamento Materno pela University of California (UCLA-CA) e Terapeuta Familiar, é quando os pais chegam em casa com o bebê que começam a surgir as primeiras dúvidas. “As mães, em especial, podem ficar mais inseguras, elas querem cuidar de seus bebês da melhor forma possível, compreender as necessidades deles e saber qual é o momento ideal para mamar, dormir, dar banho e trocar fraldas”, afirma a enfermeira. A boa notícia é que, não há parâmetros para julgar o que é certo ou errado quando se trata de cuidados com os bebês. “O que precisa ser criado é uma rotina em que a mãe possa se sentir confortável para fazer tudo da melhor forma possível, a habilidade irá surgir naturalmente. O único fator que deve ser observado constantemente é a segurança da criança”, destaca Eneida.

Confira abaixo as principais dúvidas que podem surgir durante este período e aproveite estes primeiros dias para construir um vínculo vitalício com o seu bebê.

1. Como os pais podem se preparar para a chegada do bebê?

Eneida BittarO primeiro filho é um marco na vida do casal, por isso, é importante que ambos estejam preparados para receber as grandes mudanças que estão por vir. É comum que os pais se preocupem em preparar o quarto, o enxoval, decidam se terão ou não a ajuda de terceiros para os primeiros meses e ainda, em qual maternidade o bebê irá nascer. Estas mudanças estruturais são importantes para garantir todo o conforto do bebê, no entanto, ainda durante a gravidez, os pais precisam se preparar emocionalmente para receber a nova família que está por vir.  Ambos precisam saber que irão assumir novos papéis, o de pai e mãe, mas que não devem perder as suas identidades, se lembrando ainda de sempre fortalecerem o seu relacionamento, com base em conversas francas sobre as expectativas de cada um para a educação e formação do filho.

2. Como a mãe pode se preparar para amamentar o bebê?

Eneida Bittar – A amamentação é um processo de aprendizado entre mãe e bebê nos primeiros dias de vida. Existem diferentes orientações e condutas referentes à amamentação e o mais importante é seguir a orientação do seu médico, pediatra ou profissional capacitado no atendimento à amamentação. É recomendada a amamentação exclusiva por 6 meses e, após esse período deve-se introduzir, paralelamente, novos alimentos. Se for necessário optar por outra forma de alimentar seu bebê, procure conhecer as vantagens e desvantagens de cada opção para sentir-se segura.

3. Como tornar o momento da troca de fraldas tranquilo para os pais e o bebê?

Eneida Bittar – A primeira questão é sempre trocar a fralda quando ela estiver molhada ou suja, para evitar o aparecimento de assaduras e garantir que o bebê fique confortável. Para que a troca de fraldas seja segura, é fundamental que o local esteja organizado com todos os materiais necessários, e se faltar algo, nunca deixar o bebê sozinho. Desde as primeiras trocas, crie o hábito de falar com o bebê sobre o que será feito com ele, passo a passo, isso o deixará mais tranquilo. 

4. Quais são as etapas para uma troca de fraldas ideal?

Eneida Bittar – Como um recém-nascido troca entre 8 e 12 fraldas ao dia, com o tempo os pais terão habilidade para cumprir todas as etapas facilmente. A primeira delas é escolher produtos de boa qualidade e sem perfumes, corantes e conservantes, para evitar possíveis alergias. Limpe a pele em movimento único, de cima para baixo (ou de frente para trás), para evitar a contaminação da uretra com resíduo de fezes. Use água morna e algodão, limpando bem as dobrinhas do bebê. Na hora de enxugar, utilize uma toalha macia e faça movimentos delicados, sem esfregar a pele do bebê. Para evitar assaduras, opte por um creme que auxilie no fortalecimento e nutrição da delicada pele do bebê, com consistência suave e de fácil remoção (Bepantol® Baby, da Bayer HealthCare). Finalize a troca ajustando a fralda na cintura do bebê com uma folga de um dedo, assim ele fica sequinho e confortável por mais tempo.

 5. Como evitar as temidas assaduras?

Eneida Bittar – A asssadura é uma das dermatites mais comuns na infância, sendo mais frequente entre os 7 e 12 meses de vida. Tem como causa uma combinação de fatores que incluem o ambiente úmido e abafado proporcionado pelo uso da fralda, atrito com a pele e, principalmente, o contato prolongado com fezes e urina. Desta forma, para prevenir o seu aparecimento, troque a fralda com regularidade; remova os resíduos (fezes, urina e cremes) com água morna e algodão, e ao secar, utilize um pano macio, sem esfregar; sempre aplique um creme antiassaduras e não deixe a fralda exageradamente apertada ou folgada. 

6. Como dar banho em um recém-nascido?

Eneida Bittar – Não existe uma técnica para a hora do banho, o importante é a segurança e o prazer da mãe e do bebê. Escolha um horário em que possa dedicar alguns minutos a esta tarefa, sem preocupações ou pressa. Antes de tirar a roupa do bebê, prepare e deixe à mão todos os materiais necessários (sabonete neutro, hastes flexíveis de algodão, algodão, toalha, escova macia, creme antiassaduras, fralda e roupas limpas). Lembre-se ainda de prender os cabelos e retirar pulseiras, relógios e anéis para evitar machucar a pele do bebê, que é muito delicada. O local do banho deve ter a temperatura ambiente e sem correntes de ar. Comece o banho pelo rosto, lavando somente com água e, a seguir, a cabeça e o resto do corpo com sabonete neutro, incluindo o coto umbilical, que deve ser secado com cuidado e suavidade.

Ao final do banho, com o bebê já vestido e tranquilo, lembre-se de higienizar a banheira. 

7. Homens também podem ajudar a trocar fraldas, dar banho e ajudar o bebê a dormir?

Eneida Bittar – Claro que podem! Nos dias atuais, os homens participam, cada vez mais, de todos os processos – gestação, parto e cuidados com o bebê. E a hora do banho e da troca de fraldas são momentos em que eles podem interagir com o bebê. É comum que o homem fique inseguro nas primeiras vezes, este é o momento de aprendizado para ambos, portanto, ajudem-se sempre.  E mamães, segurem a ansiedade, cada um tem um jeito de cuidar e isso deve ser respeitado. O pai pode ter uma forma diferente de trocar ou pegar o bebê, mas nem por isso é errada. Não se esqueça que você precisará descansar nas pausas das mamadas, elogie-o e ganhe um companheiro para os momentos em que mais precisar. 

Sobre Bepantol® Baby

Desenvolvido para prevenir o surgimento de assaduras, Bepantol® Baby nutre toda a região de aplicação, reforçando a defesa natural da delicada pele do bebê. É fácil de aplicar e remover e não contém conservantes, corantes e perfumes. SAC da Bayer: 0800 723 1010 / Preço sugerido (máximo ao consumidor) : R$ 11,30

Sobre a Bayer HealthCare

Com produtos inovadores para a prevenção, diagnóstico e tratamento das mais diversas doenças, a Bayer HealthCare tem soluções completas, utilizando tecnologia de última geração, para a saúde humana e animal.  A Consumer Care, divisão de medicamentos isentos de prescrição da Bayer HealthCare, conta com mais de 170 marcas, presentes em mais de 80 países, e um amplo portfólio composto por diferentes categorias, como antiinflamatórios, analgésicos e antiácidos; dermatológicos; vitaminas puras e multivitamínicos. 

Informações à imprensa

Cibele Pereira (11) 5694-5029
cibele.pereira@bayer.com

 De mala e cuia. É hora do check list! “Roupas, sapatos, acessórios, produtos de higiene pessoal, caixinha de remédios, documentos, telefones do médico e um barrigão. 

Viajar acompanhado da gestante pode aumentar alguns quilos na bagagem, pois mais do que nunca, ela precisa de todo o conforto que teria em sua casa, aonde quer que esteja”, explica Keila Cristiuma, diretora da marca Sempre Materna.

Autorização do médico: Fundamental

1- Sabemos que viajar não é proibido, mas deve-se ter bom senso. Trajetos longos só devem ser feitos se forem absolutamente necessários, e mais, a grávida deve ficar atenta à sua condição gravídica, sem se expor a riscos desnecessários. É óbvio que uma gravidez de alto risco, com doenças intercorrentes, como no caso de hipertensas e risco de parto prematuro, o repouso é indicado e prudente.

2- Para a tranqüilidade e bem-estar de todos, principalmente do bebê, a futura mamãe deve ser “monitorada” pelo médico prenatalista. Todas as decisões tomadas, como destino, acomodação, alimentação, transporte e data da volta devem ser permitidas por ele. A dica é: na dúvida, não faça, opte sempre por situações seguras.

Fase ideal da Gestação
3- E por falar em segurança, organize para que suas viagens aconteçam entre o quarto e o sexto mês de gestação e não coincidam com as visitas ao obstetra. O ideal é evitar o primeiro trimestre, por ser um período de adaptação e o terceiro, pela proximidade com o parto.

Dica Rápida: 
4- Seguir a risca os conselhos do obstetra é fundamental para curtir a viagem. Mas, ainda assim, pode haver surpresas no meio do caminho como enjôos, fadigas, náuseas, cólicas e outros sintomas típicos da gestação. Então, a grávida deve ter sempre por perto um sintomático e também deve fazer refeições leves e nutritivas, sem bebidas gasosas. Caso o problema não seja resolvido, deve procurar orientação médica local.

Quente ou frio?

5- Antes de sair de casa consulte a meteorologia do destino e vá preparada. Separe roupas adequadas e confortáveis. Se o clima predominante for calor a orientação médica é levar hidratantes, roupas frescas, protetor solar e chapéu.

Cautela: Evite a exposição exagerada ao sol. Mar e piscina estão liberados para se refrescar, porém não é indicado pular e deixar que as ondas batam de frente com a barriga, a água deve ficar até o joelho. Na hora de comer, prefira alimentos leves a comidas típicas da região e abuse dos líquidos.

6- Já para quem optar por roteiros frios, bons para tomar aquele delicioso chocolate quente, a dica é que capriche nos agasalhos, com cuidado para o peso das roupas não causar cansaço excessivo. Para esses destinos prefira comidas com maior teor calórico.

Terra, ar ou água?

7- Independente do meio de transporte utilizado pela gestante, alguns cuidados específicos são necessários:

A alimentação deve ser de fácil absorção e respeitar os horários já acostumados pela mulher;
A hidratação é fundamental, principalmente para as viagens aéreas. Não deixe de ingerir bastante líquido;
Evite permanecer com a bexiga cheia por muito tempo. Vá ao banheiro sempre que sentir vontade;
Não fique parada por muito tempo, pois aumenta o risco de tromboembolismo. Exercite-se e alongue-se com freqüência, mesmo que for sentada;
Lave bem as mãos e evite ficar em meio a multidões para prevenir contaminações.

 Você já sabe que é importante não engordar demais durante a gravidez, mas seguir essa recomendação não é simples. CRESCER ouviu especialistas e montou dicas valiosas para você ter um relacionamento tranquilo com a balança nesses nove meses

 Você está grávida e agora tem desejo de doce, daquele prato que você adora e até de uma combinação esquisita que nunca provou. Mas e a balança, como fica?A gestação é um momento especial, em que você tem direito a mimos, mas não é desculpa para descuidar do peso. Afinal, ele é importante para a sua saúde e a do bebê.E tem mais um motivo para você não ganhar quilos demais: uma pesquisa da Universidade de Bristol, no Reino Unido, publicada em junho, analisou a condição física de 3.877 mulheres de 16 anos depois de darem à luz e mostrou que engordar mais do que o recomendado aumenta em três vezes as chances de ser obesa no futuro.Outros estudos também ligam muito ganho de peso na gestação com riscos maiores de diabetes gestacional, complicações no parto e bebês com excesso de peso ao nascer.

Mas o controle está longe de significar fazer regime. A primeira coisa a saber é que o ganho de peso varia de pessoa para pessoa. A recomendação oficial é do Instituto de Medicina (IOM, em inglês), que faz parte da Academia Nacional de Ciências, nos Estados Unidos, e é respeitada internacionalmente. Em 2009, o IOM publicou uma revisão das recomendações, propondo um cálculo de acordo com o Índice de Massa Corpórea (IMC) de cada gestante antes de engravidar (veja quadro).

O ideal é estar no peso normal desde o início da gravidez, mas se com você não foi assim, nada de fazer regime para tentar perder alguns quilinhos. “Muitas mulheres ao adotar uma dieta saudável e equilibrada acabam emagrecendo nos primeiros meses. Isso não é contraindicado, desde que o bebê esteja bem, já a restrição calórica para efeitos de perda de peso não é recomendada”, afirma Viviana Mangiaterra, coordenadora do departamento de segurança na gravidez (Department of Making Pregnancy Safer) da Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. CRESCER conversou com especialistas e elaborou seis dicas para você controlar melhor o peso na gravidez sem precisar enlouquecer.

 

1. Um Pouco De Tudo

Manter uma dieta equilibrada é a melhor maneira de cuidar do peso e da saúde, principalmente durante a gestação, quando tudo o que você come é absorvido pelo bebê. Para isso, você vai precisar de um pouco de cada grupo alimentar, principalmente proteínas, vitaminas e sais minerais, encontrados em carne magra de vaca, frango, peixe, verduras, legumes e frutas. As fibras também são importantes, porque ajudam no funcionamento do intestino. O excesso de progesterona na gravidez deixa a musculatura do intestino com movimentos reduzidos, dificultando seu funcionamento. Depois, com o crescimento do bebê, há uma diminuição do espaço físico, que também atrapalha o intestino. Gorduras e carboidratos podem ser consumidos, mas com moderação e atenção. Os carboidratos, por exemplo, presentes em alimentos com açúcar, amido e farinha, são os maiores responsáveis pelo aumento do peso na gravidez, segundo os especialistas. Isso porque eles produzem energia, que em excesso fica acumulada no corpo e se transforma em gordura. A solução é balancear a ingestão de carboidratos com o seu gasto energético, ou seja, comer só o que você vai gastar. “Outra dica importante é dar prioridade para o nutriente em sua forma natural, em alimentos como batata, milho, ervilha, feijão e raízes, em vez das massas e doces, que são industrializados”, diz Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP).
 
2. Devagar e Sempre
 
Você já sabe que o mito de comer por dois não vale, mas você precisa, sim, comer um pouco mais. No primeiro trimestre, é preciso aumentar cerca de 100 calorias por dia (o equivalente a uma banana-prata ou um copo de suco de laranja de 200 ml), e no segundo e terceiro, por volta de 350 calorias diárias (duas colheres de arroz mais uma concha de feijão e um bife médio grelhado). E o seu apetite também vai crescer, por conta da sobrecarga do organismo e das grandes transformações hormonais – a progesterona (novamente ela!), por exemplo, pode induzir o aumento do apetite, além de facilitar o acúmulo de gorduras. Para não exagerar nas refeições principais, prefira comer várias vezes ao longo do dia, sempre lanches leves, como frutas, em intervalos de duas até três horas. Os enjoos também vão diminuir se você não ficar de estômago vazio por muito tempo, porque, quanto mais alimento, menor o efeito agressivo do suco gástrico, ácido que ajuda na digestão. Uma boa dica é aproveitar para comer coisas que ajudem a minimizar esses problemas, como o suco VerdeMel, sugestão da Seletti Culinária Saudável. Bata o suco de quatro laranjas, uma folha de rúcula, uma folha de espinafre, duas colheres (de café) de mel e dois cubos de gelo no liquidificador. “A vitamina C da laranja combate os enjoos, enquanto as folhas verdes-escuras, ricas em fibras, aumentam a saciedade, e o mel fornece energia e melhora a disposição da mãe”, afirma Marcella Quattrucci, nutricionista da Seletti.
 
3. Diet e Light: Pode? 
 
Não há estudos conclusivos sobre os efeitos, negativos ou não, desses alimentos quando consumidos na gravidez. A maior preocupação dos especialistas é com os diets, por conta dos adoçantes artificiais que são utilizados para substituir o açúcar. Se for consumir, faça com moderação e evite a sacarina, o ciclamato e o aspartame. Prefira os naturais, como os à base de estévia. Os lights
teoricamente possuem menos calorias, mas não são necessários se a sua alimentação for saudável e balanceada. E não adianta achar que, porque está comendo tudo light, você pode abusar, imaginando que uma coisa compensa a outra.
 
 
 
4. Esteja Disposta Para Se Exercitar
 
O sono e o enjoo, comuns na gravidez, podem atrapalhar o seu desempenho físico. Se você não está bem, sente-se enjoada ou indisposta, é melhor não forçar o corpo e consultar um médico para obter orientações mais precisas sobre como e quando deve praticar atividades físicas.
Caso seja um enjoo comum, você pode combatê-lo, por exemplo, ingerindo alimentos mais ácidos, como vinagre e suco de limão no tempero da salada, e manter a alimentação fracionada, para não ficar de estômago vazio.
“Para driblar o cansaço, cuide para ter uma boa noite de sono e, se não for suficiente, tire uma soneca antes de fazer o exercício ou pratique-o logo que acordar”, explica Eduardo Cordiolli, obstetra e membro da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia.
 
E não se esqueça: faça atividades físicas só depois de comer alguma coisa. Algo leve, claro.
 
 
5. Pratique Exercícios De Baixo Impacto
 
Nada de ficar parada: as atividades físicas podem e devem ser praticadas durante a gravidez. Apenas cuide para que sejam leves e de baixo impacto, assim você não corre riscos de ter lesões e nem sofrer quedas. As mais indicadas são pilates, caminhadas, natação e hidroginástica. Lembre-se também de beber bastante água, evitar a prática em dias e horários em que o clima esteja muito quente e preferir ambientes abertos e arejados. As sedentárias devem começar com exercícios leves e aumentar aos poucos o ritmo e a intensidade. Quem já fazia exercícios antes de engravidar só precisa diminuir a intensidade. A maioria dos médicos indica o início dos exercícios a partir do segundo trimestre (por conta do risco de aborto nos primeiros meses) até o oitavo mês, entre 33 e 34 semanas, quando as atividades devem ser suspensas devido ao grande ganho de peso, que afeta a postura e o equilíbrio da gestante.
 
 
6. Invista no Autocontrole

 
Você já começou com quilos a mais? Fique calma, respire fundo e compre uma balança para sua casa. Se você já tem uma, coloque-a na lista das suas melhores amigas daqui para frente. Um estudo apresentado recentemente em um congresso de endocrinologia em Boston (Estados Unidos), mostrou que medidas bem simples, como se pesar em casa toda semana, fazem muita diferença no controle do ganho de peso durante a gravidez. Mais de 200 mulheres com sobrepeso participaram do estudo e, a partir da 14ª semana de gestação, uma parte recebeu instruções como caminhar, se pesar semanalmente ou mensalmente em casa e comer mais frutas e vegetais. Elas recebiam lembretes via mensagem de texto no celular. O outro grupo não recebia instruçãos de se pesar frequentemente e essas mulheres engordaram mais que as do primeiro grupo. A conclusão dos pesquisadores é que a rotina de se pesar mantém a grávida focada nos cuidados todos. E isso é algo que você pode fazer sozinha, sem a ajuda de cientista nenhum!
 
Qual é o limite?

 

 
Sabe aquele ditado de que tudo em excesso faz mal? Por mais que seja importante controlar o ganho de peso durante a gravidez, isso não pode se tornar uma preocupação exagerada. Você precisa se alimentar bem porque estar abaixo do peso também oferece riscos para o bebê, principalmente para o seu desenvolvimento. Uma pesquisa feita pelo Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo com 691 gestantes concluiu que 23,6% dos filhos de mães desnutridas nasceram com baixo peso, enquanto apenas 10,8% das mulheres bem nutridas tiveram bebês com a mesma condição. “A desnutrição no primeiro trimestre pode causar doenças do coração, hipertensão e diabetes quando o bebê atingir a vida adulta. Uma dieta muito rígida também não é uma boa ideia, porque a mulher vai acabar mobilizando a gordura que já tem no corpo como fonte de energia. Isso vai produzir ácidos que podem ser prejudiciais ao feto”, afirma Carla Góes Sallet, especialista em medicina estética e autora do livro Grávida e Bela (Ed. Senac, R$ 39). Por isso, vale falar de novo: ficar fazendo regime e engordar muito pouco é tão ruim quanto engordar demais na gravidez.
 
 
 
 

  Quem não ficou morrendo de vontade de comer um pouco desse chantilly? Ninguém vai dizer que você não pode comer, mas vale um alerta: consuma com moderação. Vários estudos vêm mostrando o risco de uma dieta rica em gordura durante a gravidez. O mais recente, da Universidade de Oregon (EUA), mostrou que isso afetaria o funcionamento da placenta. Uma vez que ela não trabalhe bem, a quantidade de nutrientes que chega para o bebê é menor. Se você come frituras ou bebe três copos cheios de leite integral todo dia, é preciso fazer algumas mudanças. Primeiro, fale com seu médico. Prefira grelhados, leite semidesnatado, use óleo de canola ou azeite e deixe de lado os industrializados.

Fonte: Amanda Zamuner, nutricionista responsável pela obstetrícia e neonatologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (SP)

 ninguém me contou…
…que a linha nigra ia levar (muito) tempo para sumir 

Se você já está na metade da gravidez, pode ser que tenha percebido que uma linha vertical em tom marrom apareceu na região do seu abdômem, certo? Os médicos a chamam de linha nigra. O aumento do hormônio melanotrópico é o responsável pelo surgimento dela – e tomar sol na região a faz escurecer ainda mais. Depois do parto, quando a produção hormonal começa a voltar ao normal, ela tende a clarear progressivamente até sumir. Esse processo pode levar um ano e, em casos raros, dois. Se ela permanecer escura e estiver incomodando você, há opção de fazer um tratamento com dermatologista para clarear, mas só depois que parar de amamentar.

 

 

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