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O nosso bebê pode dormir na nossa cama?

O bebê dormir junto com os pais está se tornando uma prática comum e muito antígua, facilita na hora de amamentar, está prática é criticada por muitos. O que realmente as entidades dizem sobre isso.

Entidades que se dedicam ao estudo da morte súbita do lactente a desaconselham.
A Norte-Americana de Pediatria (AAP), cita os riscos de sufocamento.

A maioria dos médicos não recomenda dividir a cama com o seu bebê se você ou seu parceiro fazem o uso de remédios para dormir, alcool, droga, fumo ou qualquer substância, mesmo que não o faça o uso no quarto, e até pais obesos ou que tenha sono pesado.

Então não posso dormir com o bebê na nossa cama?

Sim pode, com a exceção citada acima, existe sim a possibilidade de ele dormir juntinho com os pais, muitas famílias conseguem. Por isso, se você decidir tentar, saiba quais cuidados terá de tomar:

Nunca deixe o bebê sozinho na cama, mesmo que ele esteja dormindo. Se você não ficar na cama, ponha o bebê em um berço ou um local seguro, podendo retornar quando você ir para cama dormir ou para sonecas durante o dia.

Sempre procure deixar o bebê dormir de barriga para cima ou de lado (apoiar os lado e também tomar cuidado para que ele não vire ou encoste em algo que possa sufocá-lo).

Os pais devem tomar cuidado com pijamas e camisolas, pois podem ter cordões ou fitas, nunca use joias ou bijuterias na cama.

Criança mais velha não deve dormir junto com bebê menores de 1 ano. A criança mais velha pode machucar o bebê durante o sono.

Nunca deixe que animais frequentem a cama em que o bebê dorme.

Sempre utilize colchão firme e plano, cuidado com edredons, tudo para evitar que o bebê se sufoque ou escorregue e caia.

Se a cama for alta, tome cuidado redobrado ou pense muito antes de tentar esta opção. Caso queira pode utilizar o colchão no chão temporariamente.

Sempre verifique a cama e ao redor do colchão para ver se não há objetos ou vãos em que a criança pode cair e ficar presa (entre a cabeceira e o colchão, ou entre a cama e a parede). Se houver vãos, preencha-os com edredons ou toalhas enroladas.

Tome cuidado com objetos perto da cama, como produtos de beleza em cima da cômoda, abajures, fios ou cordas de persianas.

Nunca deixe o bebê ficar com o rosto enfiado em travesseiros, edredons e cobertores. Verifique o lençol se esta bem presa e firme.

Cuidado com agasalhos da criança. Lembre-se que o bebê terá o calor humano dos pais, então a cama estará muito mais quente do que se estivesse sozinho no berço.

É a opção certa para sua família?

Vínculo com o bebê

Com a vida de hoje em dia em que o casal trabalha, passar horas bem juntinhas na cama pode ser uma maneira de se conectar mais ao bebê, depois de um longo dia de separação. Em muitos casos, os pais sentem que é uma forma especial de se aproximarem do filho, já que eles não têm a mesma ligação física que as mães que amamentam o bebê.

Amamentar durante a noite

As mães gostam dos filhos na própria cama por ser mais prático amamentar o bebê quando ele já está perto.

Porém pode observar que esta proximidade faz com o que a criança acabe acordando com mais frequência para mamar.
Tenha em mente também que poderá ser mais difícil dar um fim às mamadas noturnas do seu filho se ele estiver na sua cama. No caso de bebês amamentados no peito, pode ser ainda mais complicado, porque eles sentem o cheiro do leite da mãe, e muitos acabam desenvolvendo o hábito de acordar toda hora durante a noite para mamar, mesmo após já terem perdido a necessidade física de fazer isso.

Intimidade do casal

Para alguns casais, a presença do bebê na cama torna mais difícil encontrar tempo para momentos de intimidade e sexo. Outros, porém, acreditam que isso os força a ser mais criativos na busca de soluções para ficarem sós.

Se o seu filho dormir na sua cama, é bem provável que você precise planejar a hora de estar a sós com seu parceiro, em vez de esperar que ela aconteça espontaneamente. Dependendo da forma como você esteja se sentindo, isso pode ser um peso ou uma diversão.

De qualquer maneira, a decisão de levar o bebê para dormir na cama dos pais precisa ser conjunta do casal, para que não haja risco de afetar a relação de vocês dois.

As vacinas são indispensáveis para o crescimento saudável da criança. Elas são substâncias compostas por proteínas, toxinas, vírus ou bactérias mortas ou atenuadas que, ao serem introduzidas do corpo geram uma reação do sistema imunológico semelhante à que ocorreria caso a doença realmente nos atingisse, provocando assim uma produção de anticorpos que fortalecem o organismo, tornando ele mais resistente ao agente desencadeia a doença.

A vacinação da criança é anotada no seu cartão de vacinação, e quando ela recebe a aplicação em seu organismo, ocorre a desenvolvimento das células B ou T de memória e a produzção de  imunoglobulinas (G, A, IgG ou IGA), que farão o corpinho dela responder muito mais rápido contra microorganismos. Nesse processo, ela ficará fortalecida e livre de futuros problemas relacionados às principais doenças comuns durante a sua idade de desenvolvimento.

 

 

Esquema vacinal

Ao nascer:

  • BCG (dose única);
  • vacina contra hepatite B (1ª dose).

1º mês:

  • vacina contra hepatite B (2ª dose).

2º mês:

  • vacina contra Poliomelite (Sabin) (1ª dose oral);
  • vacina contra DTP (Tríplice bacteriana) (1ª dose – Difteria);
  • vacina contra Haemophilus influenze do tipo B, mais conhecida como Hib (1ª dose).

4º mês:

  • vacina contra Poliomelite (Sabin) (2ª dose);
  • vacina contra DTP (Tríplice bacteriana) (2ª dose);
  • Hib (2ª dose).

6º mês:

  • vacina contra Poliomelite (VOP) (dose oral);
  • DTP (Tríplice Bacteriana);
  • Hib (contra Haemophilus influenzae tipo B);
  • vacina contra Hepatite B.  (3ª dose).

9º mês:

  • vacina contra febre amarela (dose inicial).

12 meses:

  • vacina tríplice viral (SRC) (dose única).

15 meses:

  • vacina contra Poliomelite (reforço da dose oral);
  • DTP (tríplice bacteriana) (reforço).

De 4 a 6 aninhos:

  • DTP (2º reforço);
  • SRC (tríplice viral) (reforço).

10 aninhos:

  • reforço da vacina contra a febre amarela.

Atenção

Em 2010, o Ministério da Saúde incluiu duas vacinas no calendário de vacinação, são elas:

  • pneumocócica 10 valente (três doses mais um reforço no primeiro aninho de vida do seu bebê);
  • anti-meningococo C (duas doses mais um reforço no primeiro aninho de vida).

O Corpo Fala: Inclusive o do bebê! Só porque ele não pode falar, não significa que não tem coisas importantes a dizer – e que você está doido para saber!

Quando uma pessoa anda com as costas curvadas, significa estar se sentido derrotado. O contrário, com o peito estufado, é sinal de orgulho e autoestima. Os adultos dão muitos indícios do que sentem ou pensam por meio do corpo, é só prestar atenção. A curiosidade é que não só os adultos fazem isso. Até bebês que ainda não falam dão sinais do que querem – e essa é uma ótima maneira de se comunicar com eles.

“O comportamento do bebê, definitivamente, transmite  mensagem que lhe falam sobre o que ele precisa”, diz J. Kevin Nu Gent, diretor do Instituto Braz Elton, em Boston, e autor do livro Your Baby is Speaking to You ( Seus bebê esta falando com você ). “Ser capaz de ler e responder fara o bebê feliz, assim como vai te ajudar a aprender muito sobre a sua personalidade e temperamentos.” Para os pais que se perdem na tradução dos gestos especialistas oferecem comuns. Use essas dicas para entender o seu próprio bebê – e não deixa-lo “falando” sozinho.

Chutes Constantes

Você pode ter um futuro jogador de futebol, mas, nesse momento, o que está por trás dos chutes? Depende de como ele está agindo. “Se parece feliz e sorridente, é provavelmente um sinal de que quer brincar”, diz Claire McCarthy, professora-assistente de pediatria da Faculdade de Medicina de Harvard no Hospital Infantil de Boston. Mas, se parece exigente ou chora, pode ser a indicação de que algo o está incomodando.

O que Fazer

“Como pode ser qualquer coisa, desde cólicas até uma fralda suja ou cinto da cadeirinha apertado, faça uma rápida análise para ver o que pode estar incomodando”, diz a dra. McCarthy.

No entanto, alguns bebês s chutam simplesmente porque sentem que podem.

Arquear as Costas

Uma criança pode fazer esse movimento como ato de rebeldia, mas, quando seu pequeno rebelde começar a arquear muito as costas, isso pode ser uma reação à dor. Nesse caso, a azia é a culpada mais provável.

O que fazer

Se se bebê arqueia as costas no meio da refeição e grita ou cospe em excesso, isso pode ser sinal de refluxo ou doença condição na qual o fluxo do ácido do estômago irrita o esôfago, no meio do peito, o bebê vai arquear as costa para tentar aliviar o desconforto. Se o movimento não parecer estar relacionado à alimentação, pode significar que ele está frustrado e quer uma posição mais confortável.

Bater a Cabeça

Ver seu bebê de 10 meses usando a cabeça como uma baqueta para bater metodicamente no chão de madeira ou contra as grades do berço faz isso rotineiramente, sem parecer sentir qualquer dor. Mas, afinal, por quê? “Bebês acham o ritmo de vai-e-vem suave e confortante”, diz Catherine Nelson, pediatra no Centro Médico do Vale de Santa clara, na Califórnia.

O que Fazer

Não ignore esse movimento completamente. Se o bebê bate a cabeça por longos períodos de tempo, em vez de se envolver com outras crianças ou brincar com seus brinquedos, então você deve leva-lo ao pediatra para um check-up. Tenha em Mente que a maioria das crianças abandona esse comportamento aos 3 anos.

Punhos Cerrados

Seu bebê parece pronto para uma briga, com as mãozinhas fechadas? A maioria dos recém-nascidos fica assim, mesmo em repouso. Nessa faze, o movimento de dedos e mãos requer um sistema nervoso mais desenvolvido e uma função do cérebro mais complexa. Os bebês, geralmente,  começam a abrir as mãos por volta da oitava semana e passam a pegar coisas com 3 ou 4 meses.

Mas os punhos fechados, às vezes, podem ser sinal de estresse ou até mesmo de fome diz Michelle S. Long, enfermeira pediátrica. “Quando os bebês estão com muita fome, o corpo todo deles fica tenso.”

O que fazer

Se a tendência de seu filho de cerrar os punhos persistir após os 3 meses, verifique com seu médico.

Dobrar os Joelhos até a barriga

Não, seu filho não está fazendo exercícios abdominais. Essa posição é, geralmente, um sinal de desconforto abdominal ou intestinal, como gases ou prisão de ventre.

O que Fazer

Tente aliviar a dor. Se gases parece ser o problema, certifique-se de fazer seu bebê arrotar após as refeições. Se você está amamentando, verifique em sua própria dieta alguns culpados comuns por causar gases, como brócolis ou feijão. Se acha que o problema é a prisão de ventre (que pode ocorrer quando os bebês estão na transição do leite materno para fórmulas ou quando começam a ingerir sólidos aos 6 meses). Verifique com seu pediatra. Ele pode sugerir dar a seu bebê algumas colheres de água por dia ou misturar o leite com um pouco de suco de ameixa.

Agarrar a Orelha

Não assuma imediatamente que isso significa uma infecção no ouvido. Muitos pais logo apontam essa conclusão, mas, na maioria das vezes, seu bebê só acabou de perceber quem tem orelhas. Uma pesquisa mostrou que crianças cujo único “Sintoma” era agarrar suas orelhas não foram diagnosticadas com infecção no ouvido. Os sintomas que você deve prestar atenção incluem febre, nariz entupido e problemas para dormir à noite.

O que fazer

Incentive seu bebê a descobrir partes inusitadas do corpo, como a orelha e o nariz, mas mantenha-se atenta a ele. Às vezes, os bebês agarram suas orelhas quando estão na fase da dentição, particularmente quando os molares de um ano estão chegando. Se isso parece ser o caso, dê a ele um mordedor para ajudar a tornar essa fase mais confortável.

Braços Moles

Essa é a cena: – meu sonolento, mas ainda acordado bebê perfeitamente preparado para a hora da soneca. Quando eu me abaixo, devagarzinho, para coloca-lo no berço, seus bracinhos balançam, bobamente, para os lados, assustando-o e logo ele está de olhos bem abertos – e bem acordado, “Este é um reflexo típicos de recém-nascidos”, diz a Dra. McCarthy. Na verdade, isso até tem um nome cientifico: Reflexo de Moro, que faz com que uma criança, de repente, jogue os braços para os lados e, então, rapidamente vote-os para o meio do corpo, quando ele é surpreendido por um barulho, luz brilhante, ou movimento bruscos.

O que fazer

Este reflexo, que normalmente desaparece após os 3 ou 4 meses, é, muitas vezes, a resposta a uma súbita perda de apoio, provavelmente quando ele sente como se estivesse caindo. É normal, mas você pode evitar assustá-lo, embalando-o enrolado em cobertores antes de dormir, ou colocando-o acordado no berço.

Com que frequência devo trocar a fralda do bebê?

É importante trocar a fralda do bebê várias vezes ao dia, porque o acúmulo da urina e a presença das bactérias nas fezes podem irritar a pele e provocar assaduras.

A regra geral é fazer a troca a cada mamada, antes ou depois dela, dependendo do que funcionar melhor para vocês, e sempre que o bebê tiver feito cocô.

Se seu filho for daqueles que regurgita bastante, ou tiver refluxo gastroesofágico, procure não trocar a fralda logo depois da mamada, porque toda a movimentação pode aumentar a regurgitação.

Nesse caso, capriche na pomada antiassadura e espere mais um pouco para trocá-lo, mesmo que ele tenha feito cocô.
O esquema de troca a toda mamada não vale para a noite, porque é melhor deixar o bebê dormir (a menos que fralda tenha vazado e a roupa esteja molhada, ou que ele tenha feito cocô e estiver com a pele irritada).

Os bebês fazem cocô várias vezes por dia, e fazem xixi de hora em hora, ou em intervalos de no máximo três horas. (Leia mais sobre o cocô do bebê, para saber o que é normal e o que não é.) Nem toda criança reclama quando está molhada, por isso não espere o bebê se queixar para trocá-lo.

As fraldas descartáveis costumam absorver bem a umidade, por isso é difícil avaliar se elas estão cheias de xixi ou não. Experimente colocar o dedo (limpo) dentro da fralda mais ou menos a cada duas horas, para ver se ela não está molhada demais. Ou sinta se a fralda parece “pesada”.

Do que vou precisar a cada troca de fralda?

Antes de começar, lave bem suas mãos e veja se tem à disposição tudo o que vai precisar:

• Um lugar seguro para fazer a troca, com um trocador impermeável, de fácil limpeza

• Uma fralda limpa

• Um saco ou uma lata de lixo para jogar a fralda suja

• Algodão e água morna ou lenços umedecidos

• Fita crepe ou alfinete de segurança, se você for usar fralda de pano à moda antiga. Fraldas de pano mais modernas fecham com velcro ou botão.

• Pomada contra assaduras

• Uma troca de roupa limpa à mão para o caso de a fralda ter vazado, ou de acontecer algum “acidente” no meio da troca

• Um brinquedinho para atrair a atenção do bebê

• Se seu filho for menino, uma fralda de pano dobrada para usar como “escudo” contra eventuais banhos de xixi no intervalo em que o
pênis dele ficar descoberto.

Como se faz a troca?

Para a fralda descartável:

  1. Solte as fitas adesivas da fralda e as dobre sobre si mesmas, para não grudarem no bebê, mas ainda não retire a fralda suja.
  2. Levante as pernas do bebê e dobre a fralda para debaixo dele, aproveitando para tirar a maior parte do cocô com a própria fralda.
  3. Se for um menino, coloque uma fralda de pano dobrada (ou um outro pano ou toalha) sobre o pênis do seu filho, para evitar uma chuveirada imprevista.Limpe a parte da frente do bebê com um algodão embebido em água morna ou com um lenço umedecido. Nas meninas, limpe sempre da frente para trás, para não deixar as bactérias das fezes entrarem na vagina.
  4. Levante as pernas do bebê e limpe bem o bumbum dele.
  5. Tire a fralda suja debaixo dele e coloque a limpa. A parte com as fitas adesivas deve ir embaixo do bumbum do bebê. Tente deixar a parte entre as pernas bem esticada.
  6. Passe um creme antiassaduras na parte da frente e no bumbum. Esse tipo de pomada costuma ser grudento, então aproveite e limpe o seu dedo na própria parte de dentro da fralda, antes de fechá-la.
  7. Feche a fralda limpa com as fitas adesivas, deixando-a justa, mas não apertada. Se você colocar o pênis do seu filho para baixo, evita vazamentos por cima da fralda. Mas há meninos que se sentem mais confortáveis com o pênis para cima. Verifique os elásticos das pernas para ver se não estão dobrados para dentro.
  8. Enrole a fralda suja numa bolinha, feche com as fitas adesivas e a jogue no lixo, de preferência dentro de um saco plástico, se tiver cocô, para isolar o cheiro.
  9. Vista o bebê e lave bem as mãos. Pronto!
    Quando você pegar prática, a troca vai virar uma coisa automática. E não vão faltar oportunidades de treinar, já que o bebê vai precisar de cerca de oito trocas por dia no comecinho.

É verdade que a fralda de pano está voltando à moda?

Em países desenvolvidos, alguns casais estão promovendo um revival das fraldas de pano, alegando que elas são mais baratas e não agridem tanto o meio ambiente quanto o plástico e os detritos das descartáveis.

Existem fraldas em formatos anatômicos, reutilizáveis, com estampas bonitinhas e que se fecham com velcro, que podem ser encontradas em alguns lugares do Brasil. Há quem afirme também que as fraldas de pano causam menos assaduras, e existem bebês que sofrem com alergias às fraldas descartáveis.

Se você considera experimentar as fraldas de pano, só precisa ficar mais atenta ao número de trocas, já que elas ficarão molhadas e poderão incomodar o bebê com muito mais frequência.

O leite materno é completo. Isso significa que até os 6 meses o bebê não precisa de nenhum outro alimento (chá, suco, água ou outro leite). Depois dos 6 meses, a amamentação deverá ser complementada com outros alimentos. Você pode continuar amamentando até 2 anos ou mais. O leite materno funciona como uma verdadeira vacina, protegendo a criança de muitas doenças. Além disso, é limpo, está sempre pronto e quentinho. Isso sem falar que a ama­mentação favorece um contato mais íntimo entre a mãe e o bebê.

A amamentação também traz muitos benefícios para a mãe:

  • Reduz o peso mais rapidamente após o parto;
  • Ajuda o útero a recuperar seu tamanho normal, diminuindo o risco de hemorragia e  de anemia após o parto;
  •   Reduz o risco de diabetes;
  •   Reduz o risco de câncer de mama;
  •   Se a amamentação for exclusiva, pode ser um método natural para evitar uma nova gravidez.

Como tornar a amamentação mais tranqüila e prazerosa:

Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário para mamar. Dê o peito ao seu filho sempre que ele pedir. Com o tempo, ele vai fazendo seu horário de mamadas.

Antes de começar a dar de mamar, lave as mãos.

  • A melhor posição para amamentar é aquela em que você e o seu bebê se sentirem mais confortáveis. Não se apresse, deixe o bebê sentir o prazer e o conforto do contato com seu corpo;
  • Cada bebê tem seu próprio ritmo de mamar, o que deve ser respeitado. Dei­xe-o mamar até que fique satisfeito. Espere que ele esvazie bem a mama e então ofereça a outra, se ele quiser.
  • O leite do fim da mamada tem mais gordura e por isso mata a fome do bebê e faz com que ele ganhe mais peso;
  • Na primeira mama, o bebê suga com mais força porque está com mais fome e assim esvazia melhor essa mama. Por isso, sempre comece com aquela que terminou a última mamada, para que o bebê tenha a oportuni­dade de esvaziar bem as duas mamas, o que é importante para a mãe ter bastante leite.

Dificuldades na amamentação

Rachaduras no bico do seio:

As rachaduras aparecem quando a criança não está pegando bem no peito da mãe. Se a pega do bebê não estiver correta, procure corrigi-la. Se o peito estiver muito cheio, tornando a mamada difícil, retire um pouco do leite antes, para ajudar o bebê a mamar. Se não houver melhora, procure ajuda num serviço de saúde.

Seios empedrados:

Quando isso acontece, é preciso esvaziar bem os seios. Não deixe de amamentar, ao contrário, amamente com freqüência, sem ho­rários fixos, inclusive à noite. Retire um pouco de leite antes de dar de mamar, para amolecer a mama e facilitar para o bebê pegar o peito. Se houver piora, procure ajuda num serviço de saúde.

Pouco leite:

Para manter sempre uma boa quantidade de leite, amamente com freqüên­cia, deixando o bebê esvaziar bem o peito na mamada. Não precisa oferecer outro alimento (água, chá, suco ou leite). Se o bebê dorme bem e está ganhando peso, o leite não está sendo pouco.

Leite fraco:

Não existe leite fraco! Todo leite materno é forte e bom. A cor do leite pode variar, mas ele nunca é fraco; Nem todo choro do bebê é de fome. A criança chora quando quer aconche­go, quando tem cólicas ou sente algum desconforto; sabendo disso, não deixe que idéias falsas atrapalhem a amamentação.

Vantagens para o bebê:

Crianças que mamam têm menos risco de sofrer de doenças respiratórias, infecções urinárias ou diarréias, problemas que podem levar a internações e até à morte. O bebê amamentado corretamente, no futuro terá menos chance de desenvolver diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.

Vantagens para a mãe:

A mulher que amamenta corre menos risco de contrair câncer de mama e de ovário. Amamentar também ajuda a mulher a voltar ao peso normal mais rápido.

Doação de leite materno:

O leite materno armazenado nos bancos de leite humano é utilizado para atender bebês prematuros ou doentes que não conseguem se alimentar diretamente no seio materno. O Brasil possui a maior rede de bancos de leite humano do mundo, são 186 no país todo!

Quem pode doar:

  • Para ser doadora de leite materno a mulher deve estar plenamente saudável. Mães portadoras de doenças infecto-contagiosas, como AIDS, não podem nem mesmo amamentar seus próprios filhos com o risco de contaminá-los;
  • A doadora não pode fumar, beber ou tomar medicamentos;
  • Antes da possível coleta, a doadora deve mostrar seu cartão de pré-natal e passar por uma avaliação clínica;
  • Em alguns municípios a coleta pode ser feita em casa; a mãe telefona para o serviço responsável e os profissionais vão até ela recolher o leite;
  • Ao chegar ao banco, o leite passa por um rigoroso controle de qualidade, sendo pasteurizado para eliminar bactérias e vírus.

   Reprodução

 Problema auditivo no recém-nascido

Médicos da Universidade de Alabama, em Birmingham (EUA), criaram um exame capaz de identificar problemas auditivos através da saliva do bebê. O teste verifica se a mãe infectada transmitiu, durante a gravidez, o citomegalovírus (da família do herpes), responsável por 25% dos problemas auditivos em recém-nascidos. Na maioria dos casos, afirma Alice D’Agostine Deutsch, coordenadora médica da unidade de neonatologia do Hospital Albert Einstein (SP), a criança não vai apresentar nenhum sintoma ao longo da vida, mas existe a possibilidade de ter sequelas, como a perda auditiva. A ideia dos autores é que, por ser mais barato, ele seja feito em larga escala. Hoje, é preciso coletar sangue para comprovar a doença. Não há previsão da chegada do teste ao Brasil.
 
Parto Prematuro
  
Um novo teste que prevê as chances de a mulher ter parto prematuro deve ficar pronto em 2012. A avaliação de um biomarcador, presente no sangue da paciente, revelaria o resultado. “A ideia de ser feito a partir de uma coleta de sangue é especialmente interessante pois evita manipulações e testes mais invasivos, que são os disponíveis hoje”, afirma Abner Lobão Neto, ginecologista e obstetra, chefe do pré-natal personalizado da Unifesp. Hoje, é possível prever o parto prematuro em alguns casos. Além do histórico da gestante, um exame clínico detalhado, um pré-natal cuidadoso e um exame de coleta de secreção vaginal estão disponíveis. Mas muitos dos casos não têm uma causa facilmente identificável.
Infertilidade masculina
A Universidade de Queen’s Belfast (no Reino Unido) criou um teste, o “Cometa Esperma”, que é mais sensível que os disponíveis hoje e avalia danos do DNA de cada esperma, individualmente. Com isso, seria possível prever o sucesso de tratamentos de infertlidade masculina e encaminhar casais a tratamentos específicos, que podem dar melhores resultados, reduzindo o tempo de espera para se conseguir engravidar. Por enquanto, o teste só está disponível em algumas clínicas no Reino Unido.
 Por que ele chora todo dia? Será que depois dos três meses passa? Acalme-se. Confira aqui respostas para essas e outras dúvidas
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É fim de tarde e seu filho chora sem parar. E, como em todos os dias, no mesmo horário, você já checou a fralda, amamentou, agasalhou ou tirou o excesso de roupa. De nada adiantou. O choro continua intenso, mas de repente para. Você respira aliviada. E, quando menos espera, começa tudo de novo. Cada vez mais estridente.Quem já passou pela situação sabe: é uma cena típica de um recém-nascido sofrendo com as temidas cólicas. E não é rara. A dor abdominal atinge 75% dos bebês nos primeiros três meses de vida, geralmente no início da tarde ou durante a noite. Sempre no mesmo horário.As cólicas não estão associadas a nenhuma doença. São um problema fisiológico, comum em recém-nascidos, que têm um sistema digestivo ainda imaturo, até por falta de experiência. Quando o bebê mama, os intestinos contraem e relaxam, provocando as cólicas, que podem durar cerca de três horas. Também há estudos que relacionam as cólicas à alimentação da mãe. E ainda é possível que o bebê não esteja sugando corretamente o peito e engolindo muito ar durante a amamentação. 

Porém, o sentimento dos pais influencia – e muito – a vida do bebê. Se eles ficarem nervosos e inseguros, passam esses sentimentos ao bebê, que, por sua vez, fica ainda mais aflito. Dependendo do comportamento dos pais, as cólicas podem piorar, sim. Os pediatras são unânimes: o comportamento da criança é um reflexo do meio em que vive.

Sinais de cólica

– O bebê chora sem parar
– Ele se contorce e flexiona as perninhas em direção ao abdome
– A barriga fica endurecida
– A criança solta gases
– O rosto fica avermelhado
– As mãos ficam com os punhos fechados
– A expressão do rosto é de dor e sofrimento

Até quando o bebê vai ter?

Esse mal-estar dura em média três meses. Tempo que o organismo do bebê leva para amadurecer o mecanismo da digestão. Faz sentido. Aos 3 meses, o bebê completa um ciclo de 12 meses desde a fecundação, ou seja, 1 ano de vida, se contarmos a vida intra-uterina. Ele deixa de ser um “RN”, como são conhecidos os recém-nascidos. É por isso que no quarto mês, cérebro e intestinos já se entendem melhor e as cólicas deixam de ocorrer.

 
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