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O ambiente intra-uterino é o primeiro universo que o ser humano  conhece     e onde se originam as primeiras percepções que irão  determinar     o modo como ele se relacionará com o mundo aéreo,  especialmente     na primeira infância.

Tudo o que acontece  durante esse período é esquecido ao nascer,     porém fica registrado no inconsciente. Ao vivenciar situações     semelhantes, a criança atuará  segundo os mesmos padrões     de comportamento adquiridos na vida  gestacional.

Estruturalmente, o embrião humano já vem programado para a linguagem     desde a concepção. Muito antes de ouvir, o que  ocorre por volta     do terceiro trimestre de vida pré-natal, o feto  capta as vibrações     dos sons das palavras emitidas pela voz materna,  com todas as emoções     que as acompanham.

Com o tempo, vai  aprendendo a simbolizá-las, ou seja, dar-lhes um significado.     Sendo  involuntárias as reações fisiológicas maternas,     como alteração de  seu batimento cardíaco, pressão     arterial e produção hormonal, a  futura mamãe não     pode evitar que o bebê capte seus sentimentos de  maior angústia,     ansiedade ou estresse, pois o ambiente intra-uterino sai da neutralidade e o     coloca em sofrimento.

Neste  momento, se a gestante conversar com seu filho, esclarecendo o que está     ocorrendo, como está se sentindo e como se sente em relação     a  ele, libera os sentimentos, principalmente os mais negativos e diminui a intensidade     da angústia, mantendo-se dentro de certo equilíbrio  emocional,     o que certamente será percebido por ele, pois o ambiente  uterino tornar-se-á     menos agressivo e, portanto, mais neutro.

Esta relação de troca com o feto é fundamental para a     formação e  fortalecimento do vínculo materno-filial. Funciona     como atitude de  respeito e amor pela saúde e bem-estar da criança     que está sendo  gestada.

Durante os meses de gravidez, o feto está diretamente  ligado a tudo     o que a mãe pensa, sente e fala a seu respeito. Em  certo nível,     estão em comunicação direta e permanente. Ele sente as     mesmas emoções que ela e é por elas moldado. Aqui entra,     desta  forma, a importância do ambiente social e familiar mais próximo,     em  especial, a figura paterna. Se tudo o que toca a mãe, toca-o também,     muito cedo o feto percebe a influência que o pai exerce sobre ela e,  conseqüentemente,     sobre ele.

Muito embora alguns pais  sintam-se excluídos fisiologicamente desta     relação, emocionalmente  estão tão ligados quanto     a figura materna e é de extrema importância que adquiram esta compreensão     muito cedo, para que a relação  familiar possa se desenvolver com     maior harmonia e união.

São muitos os futuros papais e mamães que dizem se sentir constrangidos     ao conversar com uma barriga. Este é o conceito mais equivocado, pois     dentro do ventre materno existe um ser em formação e que necessita     desta comunicação para se sentir amado, desejado, compreendido     e  respeitado.

A língua ouvida pelo feto será a sua língua e é      por este motivo que terá maior facilidade em decodificar, aprender e     utilizá-la posteriormente. É tão primordial a comunicação     verbal  durante a gestação que, ao nascer, o bebê, assim     introduzido na  palavra, já terá em seu vocabulário, um     ou dois fonemas.

Além de ser uma fonte poderosíssima de formação     vincular, funciona,  também, como um exercício para a maternidade     e paternidade, um  reconhecimento de que o feto é a mesma pessoa que logo     nascerá e com quem manterão o diálogo já iniciado     na vida uterina e com quem  compartilharão suas vidas.

Se o feto participa ativamente da  manutenção da gravidez e determina     o seu final, seja através do  parto a termo, prematuridade ou aborto,     a sintonia com a mãe é  fundamental em todo este processo, até     mesmo pelo tipo de parto que  será realizado.

Se o parto a termo constitui-se num compromisso  firmado entre mãe e     o feto através de sinais sutis e complexos,  portanto, com a participação     ativa dele, não se pode dizer o mesmo  em relação à     cesariana, quando o bebê é pego de surpresa num momento em que     não estava preparado para nascer.

Assim, a  parturiente deve prepará-lo, esclarecendo o motivo real pelo     qual o  parto será antecipado, quer seja por opção ou necessidade,     bem como, os procedimentos que serão realizados.

Estas atitudes expressam profundo respeito para com o bebê, além     de lhe proporcionar um  suporte emocional necessário num momento repleto     de significados.

O parto, por si só, já é um processo eliciador de trauma     emocional,  haja vista a mudança radical e brusca de vivência que     ocorre com o  bebê. Ele sai de um ambiente tão conhecido, onde os     sons internos  maternos, os sons externos mais abafados, a luminosidade controlada,     a temperatura mais constante, enfim, todo o referencial adquirido por  longos     meses, perde-se repentinamente. Daí a necessidade de  aconchegá-lo     ao peito materno logo ao nascer, para que reencontre e  reconheça este     mesmo referencial que o acolheu durante a vida  pré-natal. Muito mais     que isto, poder ouvir o som da voz materna que identifica quase que simultaneamente     e que pronuncia as primeiras  palavras na sua vinda à vida aérea.

A história de vida do bebê  começa, portanto, anteriormente     ao seu nascimento e pode ser  estruturada de forma mais sadia, com compreensão,     sintonia e  respeito se, desde a concepção, for percebido como     um ser em  formação, como uma pessoa desejante, que sabe expressar     suas  necessidades se houver alguém que possa e consiga captar-lhes o      sentido para satisfazê-las.

Não é necessário longo discurso.  Breves palavras, porém,     intensamente pronunciadas com a mais pura  emoção, hão de     significar muito, pois ele se sentirá compreendido e  aceito, acolhido     e amado por quem mais deseja ser.

Ana Maria Morateli da Silva Rico

Psicóloga Clínica

Eis uma dúvida que atormenta dez entre dez gestantes. Leia o que dizem os especialistas sobre o uso de tinturas e tonalizantes durante esse período

Loira ou morena? Ruiva ou platinada? Com luzes ou com mechas? Não importa o seu estilo. Se você não abre mão de tinturas e tonalizantes, é bom ficar atenta, agora que o bebê está a caminho. É que qualquer tratamento químico para cabelos pode deflagrar reações alérgicas nas futuras mamães, mesmo nas que nunca tiveram esse problema antes.

 

A explicação é simples: na gravidez, o corpo feminino se transforma ao sabor dos hormônios e até mesmo o batom velho de guerra, de uma hora para outra, pode causar uma reação esquisita. “A pele da mulher fica mais hidratrada e, por essa razão, absorve com mais intensidade algumas substâncias, aumentando as chances de irritação”, justifica Emiro Khury, farmacêutico e diretor técnico da Associação Brasileira de Cosmetologia, em São Paulo. Por isso, o couro cabeludo pode apresentar coceira e vermelhidão depois de uma sessão de pintura.

 

As vias aéreas também não estão livres de ameaças. “A tintura, por ser volátil, pode ser inalada e deflagrar alergias respiratórias”, alerta Lúcia Arruda, chefe do Departamento de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Isso vale, por exemplo, para os produtos com amônia, iodo e peróxido de hidrogênio. “Se a mulher tiver sensibilidade a eles, pode realmente apresentar alguma reação”, concorda o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo, em São Paulo. As escovas definitivas que levam formol também provocam fortes reações.

 

Há risco para o bebê?

Quando o assunto é a saúde do feto, os médicos não entram em acordo. Para alguns especialistas, as modernas tinturas e tonalizantes não oferecem nenhum perigo à criança, já que aboliram os temidos metais pesados de sua composição. “Essas substâncias, como o chumbo, o alumínio e o cobre, poderiam, supostamente, levar a distúrbios neurológicos graves e à malformação do sistema nervoso central”, diz Bedin. No entanto, segundo ele, os produtos que hoje circulam no mercado são seguros e estão liberados durante a gravidez.

 

Já o farmacêutico Emiro Khury discorda e recomenda passar longe das químicas para cabelos. “Esses cosméticos são inócuos quando as condições de saúde estão perfeitas, mas o corpo muda muito durante a gravidez”, diz ele. Na opinião do especialista, a pele das gestantes, por ser mais sensível, abriria caminho para alguns componentes entrarem na circulação sanguínea e, de lá, chegarem à placenta e ao feto. “Na gravidez, as variáveis são outras e não dá para prever as consequências”, alerta, cauteloso.

 

O fato é que nenhum estudo comprovou os efeitos das tinturas para cabelos na saúde dos bebês. “Provavelmente, elas não causam malformação. Mas, como ninguém fez testes para assegurar, por precaução, não são recomendadas”, resume Lúcia Arruda. Outros especialistas preferem o meio-termo e, após o primeiro trimestre, liberam apenas xampus tonalizantes e tinturas naturais, como a hena. “Também autorizo as luzes e os reflexos depois da 12ª semana se a aplicação não pegar os fios desde o couro cabelo”, conta o obstetra Alberto d’Aurea, coordenador da maternidade do Hospital São Luís, em São Paulo. Ou seja, para ele é possível usar a tintura, deixando livre a raiz. Bem, como há muitas divergências, a saída mais ponderada é conversar com o seu obstetra sobre o assunto e avaliar os prós e os contras – tanto para a mãe como para o bebê – antes de correr ao cabeleireiro.

Gravidez tem tudo a ver com “dar-se ao luxo” e com abstinência, os dois de uma só vez. Você poderá dizer, “Outra bola de sorvete?”, ou melhor, “duas!” E, ao mesmo tempo: “Vinho? Não obrigada, só um copo de água para mim.” Você ainda tem 29 semanas pela frente de tudo isso, ou nada daquilo! Concentre-se nas suas regalias (sorvete, chocolate com calda de cereja, Vai uma porção?).

Seu corpo

Finalmente a desculpa “Esta noite não, meu amor, estou com dor de cabeça” – é verdadeira. Graças a todos os novos hormônios passeando pelo corpo, muitas mulheres experimentam fortes dores de cabeça. E, uma vez que você está limitada a apenas alguns remédios enquanto grávida, livrar-se de uma desagradável dor pode ser algo especialmente difícil.

O acetaminofeno ou paracetamol (como Tylenol) é considerado seguro durante a gravidez, enquanto outros à base de ibuprofeno devem ser evitados. Se você quiser evitar tomar qualquer medicação, existem algumas soluções alternativas para resolver a dor de cabeça, como compressas frias e exercícios que podem ajudar. Aconselhamos conversar com seu médico antes de tomar qualquer medicamento.

A enxaqueca pode se iniciar na gravidez. Muitas mulheres passam a apresentar crises de enxaqueca no primeiro trimestre da gravidez ou imediatamente após o término da gestação. Entretanto, quase 70% das mulheres com enxaqueca melhoram, isto é, apresentam decréscimo da frequência e da intensidade das crises, durante o segundo e o terceiro trimestres dessa fase.

Durante a gravidez, tratar crises de enxaqueca ou fazer a sua prevenção medicamentosa é sempre um problema. Embora haja medicamentos considerados “seguros” na gravidez, os estudos com eles são baseados em análises passadas de mulheres grávidas que os tomaram até de forma casual. Ou seja, as conclusões observadas não são totalmente confiáveis e até orientação contrária, remédios de quaisquer tipos não devem ser usados durante a gestação principalmente no primeiro trimestre. Para aquelas mulheres que apresentam crises, recomenda-se repouso recostado no leito, compressas geladas na cabeça e técnicas de relaxamento. Se os episódios são frequentes, o tratamento preventivo deve ser aventado, mas sempre com estrita orientação de um médico consciente, que leve em conta os riscos e a necessidade do uso da medicação.

Infelizmente, as mulheres com propensão à enxaqueca tendem a obter mais uma delas durante a gravidez. Fale com o seu médico se você estiver com dificuldades para lidar com esse mal.

Seu bebê

Todos os órgãos vitais do bebê já estão formados e em pleno funcionamento, assim o risco de defeitos diminui essa semana à medida que seu bebé torna-se menos suscetível a influências externas. Graças a Deus!

Outros excitantes desenvolvimentos incluem:

  • As orelhas estão assumindo o lugar correto nesta semana e as unhas estão começando a se formar. O seu “cabecinha de abóbora” faz jus ao apelido, pois a cabeça é quase tão grande quanto o resto do corpo;
  • As pálpebras se fecham e se fundem e as íris dos olhos começaram a se desenvolverem;
  • Em algum momento desta semana ou da próxima, o sangue começará a circular entre o bebê e o útero. A placenta começará a funcionar como tal.
  • Apesar dos testículos ou ovários já estarem completamente formados, não comece a decoração do quartinho. Você não será capaz de ver o sexo do seu bebê por mais algumas semanas;
  • Seu bebê está realmente avançando agora. Em um ultrasom você será capaz de ver os braços e pernas do seu pequeno acrobata, dando saltos dignos do Cirque du Soleil. Você ainda não será capaz de sentir qualquer movimento, por isso, caso sinta algo “chutar”, provavelmente são gases :);
  • Nas próximas nove semanas, o seu bebé aumentará 30 vezes em peso e quase triplicará em comprimento. Você poderá sentir-se como se estivesse aumentado 30 vezes em peso também, neste ponto, mas podemos garantir que não, pois ainda tem muito pela frente e você ainda não viu nada;
  • As palmas de suas mãos também tornam-se mais sensíveis, fazendo com  que ele sinta tudo o que toca. Além disso, o olfato do seu bebê e os  outros sentidos vão começar a se desenvolver nesta semana.
  • Outra novidade interessante também, é que nessa semana o seu bebê  começará a explorar o seu próprio corpo, como por exemplo brincar com o  seu próprio nariz.

Sua vida

Quando você trouxer para sua casa o amor de sua vida, ficará tão feliz e satisfeita por ter comprado uma  câmera digital e poder registrar todas as situações embaraçosas com ele (ou ela). Caso ainda não tenha uma, pense antes de gastar seu dinheiro. É um bom investimento, e você vai querer que dure por anos. Procure na Internet opiniões para saber o que outros pensam.

Uma vez que você tem a máquina em suas mãos não poupe bateria: experimente bater muitas fotos. Comece registrando sua barriga crescendo! Se tiver muitas fotos que quiser compartilhar, crie um blog, ou fotolog, se tiver vídeos, crie um videolog. Vai ser super divertido; você verá!

O que você está pensando…

“O nariz do meu bebê será parecido com o meu, com o do papai ou a soma dos dois?”

Faz bem comer…

Beba muito leite! Seu filhote precisa de bastante cálcio para formar  e fortalecer toda a estrutura óssea.  Também continue bebendo muita água, mesmo que seja muito chato ir, de 10 em 10 minutos, ao banheiro. 🙂

Caso tenha dificuldades com a ingestão de leite, substitua-o por leite de soja, porém fique atenta para ver se a marca que você comprar tem cálcio.

É bom saber…

Não ocorre com todas as mulheres. mas algumas percebem mudanças em suas unhas e/ou cabelos. Pode ser que estes engrossem ou cresçam com maior rapidez, o mesmo talvez ocorra as unhas. Alguns médicos acreditam que o fenômeno aconteça devido à maior circulação no corpo. Outros dizem que é pelas mudanças hormonais. Qualquer que seja o caso, as alterações são temporárias e não há algo que se possa fazer para evitá-las.

Futuro papai

Você está lidando bem com esse negócio de gravidez? Os altos e baixos, as preocupações financeiras e a responsabilidade, vendo a mãe colocar o estômago para fora, dia após dia? Você precisa de um tempo. Seja bom com si mesmo e dedique algumas horas batendo uma bolinha, fazendo um pouco de ginástica  ou se divertindo com os amigos. Quando voltar para casa, surpreenda sua mulher com um ramalhete de rosas vermelhas e um cartão dizendo palavras carinhosas, como: “Obrigado, querida. Eu a amo”.

 

Grávidas obesas devem ganhar no máximo 7 quilos

Por Renata Demôro

O ganho de peso excessivo durante a gravidez pode ser prejudicial para saúde da mãe e do bebê. Mas o que fazer quando a mulher já está muito acima do peso quando engravida? De acordo com a nutricionista Elaine de Pádua, dietas restritivas não são a melhor solução. “A gestante que segue uma dieta rígida compromete a sua saúde e o desenvolvimento do bebê. A carência de nutrientes na alimentação pode fazer com que a placenta não se desenvolva totalmente e, em consequência, poderá gerar bebês de baixo peso, com maior chance de apresentar anormalidades”.

Por outro lado, o ganho de peso durante a gestação também precisa ser controlado para evitar danos à saúde da mãe e do bebê. Segundo o endocrinologista Alfredo Cury, “gestantes obesas ou com sobrepeso podem desenvolver diabetes gestacional e hipertensão. O bebê ainda corre risco de nascer abaixo do peso ou sofrer asfixia na barriga da mãe”.

Avaliação do peso deve ser feita a cada 40 dias
Para evitar que o peso da mãe faça mal ao bebê, o nutrólogo Cristiano Merheb recomenda o acompanhamento da alimentação desde o início da gravidez. “A cada 40 dias é feita uma avaliação para saber se os quilos que está ganhando estão ligados à gestação ou com o aumento de gordura corporal”, diz o médico.

A nutricionista Elaine de Pádua recomenda que a gestante acima do peso considerado ideal engorde entre 7 e 9 quilos. “Grávidas obesas não devem ganhar mais do que 7 quilos, lembrando que o controle do peso deve ser feito com reeducação alimentar e não através de dietas que excluem alimentos importantes para o desenvolvimento do feto, como proteínas, carboidratos, vitaminas e minerais”.

Adoçantes artificiais devem ser evitados
Para controlar o peso de gestantes obesas ou com sobrepeso, o nutrólogo Cristiano Merheb não indica o consumo de produtos dietéticos, já que contêm adoçantes artificiais. “O ideal é usar pouco açúcar ou frutose, fonte de energia que não libera insulina. Alimentos que contenham carboidratos de absorção rápida, como pães, biscoitos, bolos, doces e arroz branco devem ser substituídos por carboidratos que são absorvidos de forma mais lenta pelo organismo, como verduras, legumes, frutas e grãos integrais pouco processados, entre eles feijão, lentilha, ervilha e soja”, diz o médico.

Para a nutricionista Elaine de Pádua, o ideal é evitar entrar na gravidez acima do peso. “Recomendo que a mulher se programe para ter um filho, fazendo dieta e exercícios físicos para perder peso antes de engravidar”, finaliza a nutricionista.

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